26 de janeiro de 2020, Boa tarde!
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ESTIMULO OVARIANO UTILIZADO NO CIM-NF TEM PUBLICAÇÃO INTERNACIONAL

 

 

 O protocolo de estímulo ovariano utilizado no CIM-NF contrário de priorizar o números de óvulos prioriza a captura de óvulos de melhor qualidade.

 

A estimulação ovariana há muito tempo vem sofrendo modificações no conceito, pois desde a publicação de Edwards em 2007 (RBM:15(1): 106-119,2007) onde alertava que a prática do hiperestimulo ovariano com protocolos de utilização de medicamentos cada vez mais agressivos, não elevaram a taxa de gravidez em reprodução assistida além dos 30% medios, ao contrário, o que ascendeu foram a taxa de gestação múltipla, as internações por Síndrome de Hiperestimulo Ovariano (SHO) e, principamente, o gasto com essas complicações.

A redução do tempo de estimulo e da dosagem de medicamentos utilizados passaram a ser temas frequentes em reuniões científicas, principalemnte na Europa a ponto de paises adorem medidas e limites legais para utilização de óvulos (italia) e transferencias de embriões, as vezes único (Suecia, Reino Unido, Belgica, etc).

O Centro de Infertilidade vem acompanhando essa evolução que somente agora vem fazendo parte de reuniões cientificas em nosso país. Assim, desde 2010 empregamos estimulo ovariano mínimo com o uso controlado de baixas dose de medicamentos para o estímulo, respeitando a fisiologia de cada mulher, e a nossa média de óvulos capturados foi reduzida a 4 óvulos por ciclos. Iniciamos também a FIV com ciclo natural modificado para casos selecionados (mulher em idade avançada e com baixa reserva de óvulos). Além das vantagens médicas descrita acima, diversas públicações descrevem as alterações na receptividade do endométrio (forro do útero onde o embrião se fixa), implantação embrionária e principalmente, estudos genéticos revelaram uma maior possibilidade de alteração genética nos óvulos aspirados de ciclos hiperestimulados.

Além disso, e de grande relevancia, é a significativa redução de custos para a Fiv que esses protocolos proporcionam sem alterar a taxa de gravidez.

Nosso casos revelaram que não houve alteração na taxa de gravidez (real), não houve complicações ou internações hospitalares por Síndrome de hiperestímulo e a taxa de gestação múltipla foi nula.

A presença de sintomas colaterais ao estimulo também foi nula e os dias de utilização dos medicamentos reduzido para 8 (oito).

Assim, além de proporcionar o maior conforto da mulher no tratamento, reduz complicações e o custo, sem interferir no resultado.

O CIM-NF têm seguramente a maior experiencia no país com esses modernos recentes protocolos de estímulo para a FIV com mais de 400 realizados.