26 de janeiro de 2020, Boa tarde!
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Inseminação Artificial

 

É a técnica de reprodução assistida mais antiga e também a mais simples. É realizada sem anestesia, é indolor e não dura mais do que alguns minutos.


Ela consiste na colocação do sêmen dentro do útero, perto dos orifícios internos das trompas, através de um cateter que transpassa a vagina e o canal cervical. 


Esta técnica está indicada nas seguintes para os casais que apresentam impossibilidade ou dificuldade do sêmen em alcançar o óvulo no aparelho genital da mulher (trompas), impedindo, assim, a fecundação. Como:


A) Causas masculinas: alterações no número ou na mortalidade dos espermatozóides.

B) Causas femininas: problemas no colo uterino, disfunção ovulatória onde se inclui a síndrome  dos ovários policísticos que não foi resolvida com o coito programado, endometriose leve, etc.

C) Causas mistas: incapacidade para o coito, teste pós-coito desfavorável, fator imunológico.

D) Infertilidade sem causa aparente.


Para melhorar o potencial de fertilidade dos espermatozóides, se realiza uma capacitação espermática, procedimento feito em laboratório.


A capacitação espermática tem como objetivo eliminar o plasma seminal do ejaculado e selecionar os espermatozóides com potencial de fecundação. Os espermatozóides selecionados são concentrados em de meio de cultivo especifico e introduzidos na cavidade uterina.


Por convenção, está estimado que o número de inseminações não deve ultrapassar 4 - 6, porque está comprovado que mais de 06 tentativas não há melhora da taxa de gravidez. O casal deve ser orientado a buscar outra técnica mais complexa de tratamento.


A inseminação tem taxa de gestação em torno de 18%


Inseminação artificial com doador.

Está é indicada nas seguintes situações:

  • Ausência de espermatozóides
  • Doenças hereditárias dependentes do homem na inconcordância do diagnóstico pré-implantatório.

Número de ciclos também não deve ultrapassar a 4-6.