09 de dezembro de 2019, Bom dia!
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FIV Convencional

O nascimento de Louise Brown em 1978 (Steptoe & Edwards, 1978), a primeira criança concebida após fertilização in vitro e transferência de embrião, marcou o início de uma era de grande progresso no entendimento e tratamento dos problemas relacionados à fertilidade humana.

 

Originalmente a fertilização in vitro seguida de transferência de embriões (FIV-TE) foi proposta para o tratamento dos casos de infertilidade tubária, ou seja, para aquelas pacientes em que as trompas estavam ausentes ou irreparavelmente obstruídas. O aprimoramento das técnicas de FIV ampliou as suas indicações e permitiu o seu uso para o tratamento da infertilidade de outras causas.

 

A FIV é um procedimento divido em fases. Na primeira se estimula os ovários (Estimulação Ovariana), na segunda se recuperam os óvulos (Punção Folicular), na terceira se realiza a inseminação in vitro dos óvulos com os espermatozóides em laboratório. Na quarta cultivamos os óvulos fecundados em condições próprias para o desenvolvimento, com objetivo de se obter pré-embriões com boa qualidade. E por fim, na quinta fase realizamos a transferência dos pré-embriões para o interior do útero da paciente.

Resumo da técnica:

A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica que consiste na colocação, em ambiente laboratorial, (in vitro), de um número significativo de espermatozóides, 50 a 100 mil, ao redor de cada óvulo, por um período de 16 a 18 horas, tempo necessário para a penetração do espermatozóide. Após este tempo o pré-embrião será cultivado ainda em incubadora, que oferece um ambiente similar ao natural, ate o período de transferência para o útero.

A transferência do pré-embrião pode ser no 3° ou 5° dia. A escolha será feita conforme o número e a qualidade dos pré-embriões.