Inseminação Artificial Conjugal

 

É a técnica de reprodução assistida mais antiga e também a mais simples. É realizada sem anestesia, é indolor e não dura mais do que alguns minutos.
Ela consiste na colocação do sêmen dentro do útero, perto dos orifícios internos das trompas, através de um cateter que transpassa a vagina e o canal cervical. 
Esta técnica está indicada para os casais que apresentam impossibilidade ou dificuldade do sêmen em alcançar o óvulo no aparelho genital da mulher (trompas), impedindo, assim, a fecundação. Como:

  • Causas masculinas: alterações no número ou na mortalidade dos espermatozóides.
  • Causas femininas: problemas no colo uterino, disfunção ovulatória e endometriose leve.
  • Causas mistas: incapacidade para o coito, teste pós-coito desfavorável, fator imunológico.
  • Infertilidade sem causa aparente.


Para melhorar o potencial de fertilidade dos espermatozóides, se realiza uma capacitação espermática, procedimento feito em laboratório, que tem como objetivo eliminar o plasma seminal do ejaculado e selecionar os espermatozóides com potencial de fecundação.

Por convenção, está estimado que o número de inseminações não deva ultrapassar 4 a 6, porque está comprovado que mais de 6 tentativas não há melhora da taxa de gravidez. O casal deve ser orientado a buscar outra técnica mais complexa de tratamento.

A inseminação tem taxa de gestação em torno de 18%
Indicação de Inseminação artificial com sêmen de doador:

  • Ausência de espermatozóides
  • Doenças hereditárias dependentes do homem